De que servem 87 amizades a esmagadora maioria «silenciosa» !? By Jove, na vida real e na virtual, qual o sentido/significado de ser amigo/a ? 87 respostas? Népias. (VN)
- No que respeita aos homens, nem o riso, nem as lágrimas, nem a indignação, mas apenas o entendimento (Espinosa) . - Nada do que é humano me é estranho (Terêncio) . - Mal com os homens por amor del-rei e mal com el-rei por amor dos homens (Afonso de Albuquerque) . - Aprender, Aprender Sempre (Lenine) . - Diga Bom Dia com Alegria, Boa Tarde sem Alarde, Boa Noite sem Açoite, e Viva a Vida com Alegria e Fantasia (V. Nogueira) . - E Viva a Vida, com Alegria, Amor e Fantasia. Ah! ... e não esquecer alguns trocos para os gastos! (Victor Nogueira) . - Somos todos uns pobres diabos,mesmo os génios. A ironia utilizo-a sempre não como um truque, mas como alguém que estivesse dentro de mim e me fosse dizendo "não te iludas" (Saramago) . - O retrato fiel do que sou deixou-o escrito Gramsci: "Pessimista pela razão, optimista pela vontade.". Está tudo dito. (Saramago) . - Sou aquilo que faço e não aoenas aquilo que digo(V. Nogueira) . - Ter a posse do poder e não ter a posse das consciências é ter um poder precário que a primeira convulsão fará ruir(Salazar) . . - Pode-se enganar todas as pessoas por algum tempo e algumas pessoas durante todo o tempo. Mas não se pode enganar todo o mundo por todo o tempo. (Lincoln) . - O trabalho é mais importante e é independente do que o capital. O capital é apenas o fruto do trabalho, e não existiria sem ele. O trabalho é superior ao capital e merece a consideração mais elevada. (Lincoln) . - Antes, cumpre-nos a nós os presentes, dedicarmo-nos à importante tarefa que temos pela frente – que estes mortos veneráveis nos inspirem maior devoção à causa pela qual deram a última medida transbordante de devoção – que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses homens não morreram em vão, que esta Nação com a graça de Deus venha gerar uma nova Liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra. (Abraham Lincoln - Discurso de Gettysburg (19 de Novembro de 1863) - texto na Série Discursos no blog . - "Até agora os filósofos se preocuparam em interpretar o mundo de várias formas. O que importa é transformá-lo." (Karl Marx - 11ªtese sobre Feuerbach) . Perfil no Blogspot http://www.blogger.com/profile/13759238536489604722 .
... scriptorium.index . O resto encontra-se no Photoandando e no meu Diario sim Diario nops hi5. Pode deambular por ele ou pelo Ao Sabor do Olhar, onde é sempre bem-vindo quem vier por bem - http://osabordolhar.blogspot.com/ . Blogs * *** SCRIPTORIUM.INDEX http://kantoscriptoriumindex.blogspot.com/
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* Carpe Diem - Atrás do Tempo Tempo Vem ? http://contosdiaadia.blogspot.com/ . Da Carta 1. Se as cartas não fossem cartas, muitas vezes escreveria a V.M. como desejo, mas porque o são o não ouso fazer, pois as não leva o vento, como palavras e plumas, antes se guardam tão bem, que a todo o tempo se pode pedir razão de como se escreveram e porque as escreveram (…) (Garcia de Resende a D. Francisco de Castelo Branco, 20.11.1535) . 2. (…) Antigamente as pessoas escreviam muito e as cartas eram meio de transmitir notícias e muitas delas, com maior ou menor valor literário, tornaram-se testemunho dos factos, acontecimentos, ideias e sentimentos. Mas hoje, hoje as pessoas telefonam ou encontram-se, devido à facilidade e rapidez dos transportes e das comunicações, e o tempo é pouco, paradoxalmente, devido à sobrecarga do que se gasta em transportes, sentado frente à TV ou em tarefas domésticas. O mesmo sucede com o convívio e a conversação: por vários motivos os cafés e as tertúlias desaparecem, só se conhece o vizinho da frente ou do lado, quando se conhece, e as pessoas metem-se na sua concha, casulo, carapaça ou buraco. Muita gente junta, ao alcance da mão ou da voz, não significa que estejamos mais acompanhados e humanizados. (…) (Victor Nogueira à «Maria do Mar», 18.08.1993) .
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Nada do que é humano me é estranho (Terêncio) . - No que respeita aos homens, nem o riso, nem as lágrimas, nem a indignação, mas apenas o entendimento (Espinosa) .
- Somos todos uns pobres diabos,mesmo os génios. A ironia utilizo-a sempre não como um truque, mas como alguém que estivesse dentro de mim e me fosse dizendo "não te iludas" (Saramago) . - O retrato fiel do que sou deixou-o escrito Gramsci: "Pessimista pela razão, optimista pela vontade.". Está tudo dito. (Saramago) . - Sou aquilo que faço e não apenas aquilo que digo(V. Nogueira)
Hoje o dia amanhece, frio e cheio de névoa e registo esta alvorada fotograficamente. Do alto da minha janela não se estende o mundo a seus pés, nem é noite, como se em terra estivesse um campo de estrelas cintilantes. Nem o céu está límpido, azul, brilhante e com flocos de algodão. Contudo o sol de «inverno» rompe a neblina, embora não espere qualquer D. Sebastião, que não tinha amadas e terá morrido armado em sonhos de loucura.
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Está pois um dia de neblina, como se esta torre onde moro estivesse no meio das nuvens, no alto duma montanha ou a bordo dum avião espreitando pela vigia.
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Eu tive um sonho! Qual a novidade. Ter sonhos enquanto se dorme é normal, é sinal de vida embora sono seja talvez como estar morto. Portanto, como é normal, eu tive (mais) um sonho, que desta feita não foi pesadelo. Acordo e tudo é névoa para lá da janela.
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Tenho relógios por toda a casa mas desde ontem só dois marcam a hora certa - o do computador e o de pulso. Ainda não me apeteceu acertar os outros todos.
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Mas as palavras são como as cerejas, atrás dumas outras aparecem, especialmente para quem seja malabarista do verbo bordejando a chama. E o verbo pode ser um rio (es)correndo para o mar, violento, escavando profundos desfiladeiros os remansoso como se estivesse deslizando preguiçosamente em meandros, sem pressas, até à foz, seja esta um delta, um estuário ou um caninho! Se for o delta, era uma mais-valia, o travesti nas aulas de economia marxista na escola da Companhia no tempo da palavra vigiada, censurada, cortada ou aprisionada!
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Mas atalhemos. O sonho de que me lembro não foi pesadelo mas a todo o enredo assisti como se nada me dissesse respeito. Nele se misturavam o passado e o presente e o presente era um holocausto nuclear. Com as pessoas procurando escapar ao maremoto que tudo varia e levava à sua frente, indiferente ao seu desespero. Das pessoas e não eu, pois eu era um mero espectador, registando indiferente o que à minha volta se passava. Ao maremoto sucedia-se a calmaria e a esta um novo maremoto, entremeado de clarões cintilantes como gigantescos gheiser. E no meio disto tudo encontrei uma mulher com fiz amor (eufemísticamente falando)
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É paradoxal fazer-se amor com uma mulher em pleno fim do mundo, no meio dum cataclismo após o qual a vida deixaria de existir. Conta-senso ou esperança no renascer da Vida?
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A pergunta fica! A resposta, essa fica ao sabor de quem lê!
.Dos Mu(r)os, ameias e atal(h)aias . * Victor Nogueira . Nos jornais «civilizados», sejam tablóides, sejam de reverência, perdão, referência, nas «Telebizões» é um fartote, um regabofe, um ver se te avias ... com a Queda do Muro de Berlim e o colapso das sociedades socialistas. Um dos maiores factos da História da Humanidade e do Século XX ! Não discuto, mas estranho tanto alarido em torno do 9 de Novembro de 1989 e o sepulcral silêncio sobre o 7 de Novembro de ... 1917 ! . Tanto silêncio ! Estranho ! Um silêncio demasiado ... ruidoso. Ou deveria escrever ... ruinoso ? ! . Está o Mundo mais Livre, mais Humano, mais Pacífico? Podem a Humanidade e o Planeta dormirem tranquilos, como se o Paraíso tivesse finalmente aterrado neste grão cósmico? A Fome, a Doença, a Guerra, a Mentira, a Opressão, o Pensamento Único foram erradicados do horizonte? Concretizaram-se os ideias da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade, de que todos os homens (e mulheres) nascem livres e iguais em direitos? Instalou-se finalmente e de modo definitivo o Governo do Povo, para o Povo e pelo Povo «sonhado» por Lincoln? . Basta ler os jornais de reverência ou tabóides para que a resposta seja negativa. Nem de outro modo poderia ser! Nunca o Mundo esteve tão perto do apocalipse, correndo à desfilada rumo ao precipício. Nunca a desigualdade , a doença endémica, a fome e a miséria se tornaram o horizonte para a esmagadora maioria dos homens e das mulheres terráqueas. Nunca tão perto a Humanidade esteve de ser constituída por um punhado de Super-Homens e Mulheres dominando uma imensidão de sub-humanos ou escravos descartáveis. Nunca Orwell «sonhou» com este imenso Big-Brother, qual Deus omnipresente e vigilante. Nunca a consciência da Humanidade foi tão formatada e anestesiada com temores, medos e angústias como se uma Idade das Trevas tivesse voltado a cobrir o Planeta Azul com o seu manto Negro como a Mais Negra das Noites! . Nunca foi tão necessáro haver uma, duas, três, mil vozes que digam Não, Não, Não Vou por aí! . Nunca foi tão necessário desmentir Goebbels, qualquer que seja a sua máscara. Nunca foi tão necessário desmentir que "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade" (1). É imperioso, é urgente, desmentir e lutar contra este imenso embuste! Porque se o século XX teve um 9 de Novembro de 1989, também teve um 7 de Novembro de 1917, que esse sim, foi um farol de esperança para a humanidade, para os famélicos de alimento, de justiça e de igualdade! .
(1) - citado em "The Sack of Rome" - Page 14 - por Alexander Stille e também citado em "A World Without Walls: Freedom, Development, Free Trade and Global Governance" - Page 63 por Mike Moore - 2003
Quando nasce uma flor, ela recebe do sol a energia de que ela precisa, da água o oxigénio fundamental para sua sobrevivência e, claro, não poderíamos deixar de mencionar a terra de onde ela tira nutrientes que irão complementar tudo de que ela precisa para viver.
Essa flor, com o passar do tempo, poderá permanecer bela, com vigor, exalando o perfume característico de sua espécie, se tudo o que ela precisar continuar ao seu redor, ao seu alcance.
Quando vem a tempestade, ela irá lutar com as suas forças para continuar a sobreviver, pode até perder alguma pétala, mas ela é forte para seguir adiante até se recuperar, pois apesar de frágil, a vida, o instinto de sobrevivência fala mais alto e após essa experiência ela torna-se até mais forte do que antes.
Na nossa vida dá-se o mesmo, nascemos, crescemos e passamos por diversas situações que às vezes não sabemos o porquê nem a razão do que nos acontece, mas sabemos que depois elas nos tornarão mais fortes para outros momentos adversos que voltarem a surgir em nosso caminho.
A amizade é um bem precioso que surge na vida das pessoas quando menos se espera, tornando a nossa vida mais feliz.
Compartilhamos muitos momentos com os amigos, com alguns mais do que com outros, por afinidade, por confiança ou por força de circunstâncias.
Da mesma forma que a flor, a amizade precisa de cuidados para continuar com a mesma força e intensidade, mas a distância, as adversidades, o corre-corre do dia-a-dia, o tempo, faz com que a amizade sofra certa perda, o que não significa que ela enfraqueça, apenas se modifique.
Mas, com certeza, se ela for verdadeira e sincera, ela terá da mesma maneira que a flor, forças para se manter, e muitas vezes será até mais sólida porque nasce a saudade, um ingrediente a mais que vem para completar.
Eu estou aqui amigo, a minha amizade será até o hi5 acabar, espero que nunca acabe, looooooolooooo!! O encanto da vida, depende únicamente das boas amizades que cultivamos...ser amigo, não é coisa de um dia, são gestos, palavras, sentimentos e sobretudo actos, que solidificam no tempo e jamais se podem apagar. Que sejas Feliz em cada dia.... Que possas sorrir sempre que alguém precisa do teu sorriso. Que o teu coração seja povoado de bons sentimentos.... Que cada novo amanheçer, seja sempre uma nova oportunidade de recomeçar. Que sejas Feliz!!Não só hoje!... Mas...a vida inteira!!! Mtos Beijinhos amigo.
Outrora, o homem tinha o seu pequeno reino - talvez pobre - onde era senhor. Crescia por dentro, dono de ser quem era, domando uma terra que lhe resistia, amparando-se em quem tinha ao lado, forjando laços, acariciando cordeiros e oliveiras, ouvindo Deus no vento, aquecendo-se ao fogo do lar. E fazia canções e danças. E eram cheios de sentido as festas e os Domingos e as palavras. O homem não é agora de lugar nenhum. Não tem ligação à terra. Não vive com os outros. Cria e quebra laços com a facilidade resultante de esses laços não terem chegado a ser exactamente laços, por lhes faltar conteúdo. É superficial em tudo. Corre... (Paulo Geraldo)
Apreciei o passeio virtual oferecido, pois adoro a natureza e amo o Planeta. Em retribuição e, como cá por estas bandas está um tempo chuvoso, sugeria que descessemos Santa Catarina em direcção ao Café Masgestic...um café especial, um café com história... Um beijo de pura amizade e deixo também uma "QUADRA AO GOSTO POPULAR" de Fernando Pessoa:
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* Victor Nogueira
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Nos jornais «civilizados», sejam tablóides, sejam de reverência, perdão, referência, nas «Telebizões» é um fartote, um regabofe, um ver se te avias ... com a Queda do Muro de Berlim e o colapso das sociedades socialistas. Um dos maiores factos da História da Humanidade e do Século XX ! Não discuto, mas estranho tanto alarido em torno do 9 de Novembro de 1989 e o sepulcral silêncio sobre o 7 de Novembro de ... 1917 !
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Tanto silêncio ! Estranho ! Um silêncio demasiado ... ruidoso. Ou deveria escrever ... ruinoso ? !
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Está o Mundo mais Livre, mais Humano, mais Pacífico? Podem a Humanidade e o Planeta dormirem tranquilos, como se o Paraíso tivesse finalmente aterrado neste grão cósmico? A Fome, a Doença, a Guerra, a Mentira, a Opressão, o Pensamento Único foram erradicados do horizonte? Concretizaram-se os ideias da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade, de que todos os homens (e mulheres) nascem livres e iguais em direitos? Instalou-se finalmente e de modo definitivo o Governo do Povo, para o Povo e pelo Povo «sonhado» por Lincoln?
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Basta ler os jornais de reverência ou tabóides para que a resposta seja negativa. Nem de outro modo poderia ser! Nunca o Mundo esteve tão perto do apocalipse, correndo à desfilada rumo ao precipício. Nunca a desigualdade , a doença endémica, a fome e a miséria se tornaram o horizonte para a esmagadora maioria dos homens e das mulheres terráqueas. Nunca tão perto a Humanidade esteve de ser constituída por um punhado de Super-Homens e Mulheres dominando uma imensidão de sub-humanos ou escravos descartáveis. Nunca Orwell «sonhou» com este imenso Big-Brother, qual Deus omnipresente e vigilante. Nunca a consciência da Humanidade foi tão formatada e anestesiada com temores, medos e angústias como se uma Idade das Trevas tivesse voltado a cobrir o Planeta Azul com o seu manto Negro como a Mais Negra das Noites!
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Nunca foi tão necessáro haver uma, duas, três, mil vozes que digam Não, Não, Não Vou por aí!
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Nunca foi tão necessário desmentir Goebbels, qualquer que seja a sua máscara. Nunca foi tão necessário desmentir que "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade" (1). É imperioso, é urgente, desmentir e lutar contra este imenso embuste! Porque se o século XX teve um 9 de Novembro de 1989, também teve um 7 de Novembro de 1917, que esse sim, foi um farol de esperança para a humanidade, para os famélicos de alimento, de justiça e de igualdade!
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(1) - citado em "The Sack of Rome" - Page 14 - por Alexander Stille e também citado em "A World Without Walls: Freedom, Development, Free Trade and Global Governance" - Page 63 por Mike Moore - 2003